Instituto Thiago Cavalcanti Rotta

 

A AACC trabalha desde 1985 fornecendo, gratuitamente, alojamento, alimentação, vestuário, medicação, transporte, tratamento psico-social e existencial e orientação terapêutica a crianças portadoras de câncer e suas famílias.

Dados estatísticos demonstram a existência de 1.800 novos casos de câncer pediátrico por ano no Estado de São Paulo. A capacidade atual de atendimento gera uma defasagem de 65,6% no atendimento nesta região. A partir da análise destes dados surgiu a necessidade de construir um hospital que tivesse capacidade dar atendimento a estas pessoas, contribuindo com a diminuição da defasagem de atendimento.

A construção de um Instituto especializado no tratamento de câncer pediátrico na cidade de São Paulo trará os seguintes benefícios:

  • Aumento do número de diagnósticos de novos casos;
  • Aumento do número de casos tratados;
  • Desenvolvimento de recursos humanos especializados (médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e fonoaudiólogos);
  • Implantação de um serviço de readaptação social dos pacientes após o tratamento (atendimento quaternário);
  • Geração de estatísticas sobre o câncer pediátrico no Brasil.

O Instituto tem uma proposta bastante inovadora de atendimento, que permitirá a ampliação do número de pessoas beneficiadas com um custo bastante reduzido. O atendimento será realizado de duas maneiras diferentes:

  • Tratamento Integral – para pacientes residentes em São Paulo ou que, pelo tipo de doença, necessitarão fazer o tratamento integral no Instituto, até a alta.
  • Tratamento Horizontal – casos suspeitos, identificados através de hospitais regionais conveniados, serão encaminhados para o Instituto, onde serão feitos, além do diagnóstico, cirurgias mais complexas e a montagem do protocolo de tratamento. Em seguida, o paciente poderá voltar para sua cidade natal  para  realizar  o  tratamento  no hospital regional conveniado ao SUS de sua região, sem necessidade de permanecer em São Paulo para efetuar todo o tratamento.

A horizontalização do atendimento é uma mudança muito importante em relação ao sistema atual de atendimento, porque permite um menor impacto na vida do doente e de sua família durante o período de atendimento.

Surgem, anualmente, no Brasil cerca de 9 mil novos casos de câncer pediátrico. Só no Estado de São Paulo são cerca de 1.800 novos casos por ano.

A cidade de São Paulo, por ter uma das melhores redes de atendimento do país, acaba recebendo um grande número de pacientes vindos do Interior e de outros Estados em busca de tratamento, o que acaba congestionando estes serviços e tornando a atual rede de serviços insuficiente para oferecer boa cobertura assistencial à população.

A rede instalada atualmente no Estado de São Paulo tem capacidade para atender cerca de 1.550 novos casos por ano.

Segundo estimativas do setor, apenas 40% desta capacidade é usada no atendimento de pacientes do Estado de São Paulo (60% é destinada ao atendimento de pacientes de outros estados). Desta forma, temos, atualmente, capacidade para atendimento de 620 pacientes paulistas e 930 pacientes de outros Estados.

Se existem, no Estado de São Paulo, 1.800 novos casos por ano e apenas 620 estão sendo atendidos, temos aí uma defasagem de 1.180 pacientes a serem atendidos no Estado – atingindo o triste percentual de 65,6% de defasagem de atendimento no Estado de São Paulo.

Além disso, observamos que o tratamento é disperso por vários serviços espalhados pela cidade, não existindo nenhum centro de atendimento capaz de dar atendimento global ao paciente, obrigando-o a buscar, em diferentes locais, por seus próprios meios, os recursos assistenciais necessários ao seu tratamento.

A construção do Instituto, desta forma, atende a vários objetivos, entre eles:

  • Aumentar a capacidade de atendimento e de diagnóstico precoce de câncer pediátrico, beneficiando pacientes de todo Brasil;
  • Permitir que o paciente receba atendimento global em um único centro de referência, diminuindo as necessidades de deslocamento e facilitando a sua vida e de sua família;
  • Permitir a horizontalização do atendimento, diminuindo o impacto social do afastamento do paciente e seus familiares de sua cidade natal;
  • Investir na capacitação de recursos humanos especializados no tratamento de câncer pediátrico;
  • Investir no atendimento Quaternário (readaptação do paciente – investindo em ações que diminuam o impacto das seqüelas do tratamento);
  • Gerar estatísticas nacionais confiáveis sobre a doença.

Os Objetivos deste projeto podem ser divididos em 5 áreas:

  1. Construção do Instituto
  2. Aumento da capacidade de diagnóstico e tratamentos completos
  3. Desenvolvimento de recursos humanos (médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e fonoaudiólogos)
  4. Humanização Global do atendimento
  5. Readaptação Social dos pacientes (Atendimento Quaternário)
  1. Construção do Hospital

Construção de um edifício com 10 pavimentos, em terreno de 1.100 m2 (de propriedade da AACC) com a seguinte distribuição:

  • 2 Pavimentos de Subsolo para estacionamento: capacidade para 78 vagas.
  • Pavimento térreo: Recepção, Administração Geral, Auditório, área de serviços gerais, almoxarifado, farmácia, Lavanderia e Rouparia, Cozinha e Refeitório
  • Mezzanino: Sala de Espera, Administração / Diretoria e Arquivo Médico
  • 1º Pavimento: Hospital Dia – Cirurgia Ambulatorial com 2 salas de cirurgia, Endoscopia, Sala de Preparo e Sala de Recuperação de Pacientes
  • 2º Pavimento: Ambulatório com 11 consultórios, salas de espera e brinquedoteca
  • 3º Pavimento: Serviços de Quimioterapia com 15 leitos
  • 4º Pavimento: Centro Cirúrgico com UTI
  • 5º e 6º Pavimentos: Internação com 22 dormitórios com banheiros privativos

O projeto da obra é bastante arrojado, utilizando a mais moderna tecnologia à engenharia, o que possibilitará uma significativa redução de custos de instalação e, posteriormente, de manutenção.

O Instituto também foi projetado para ser um edifício inteligente, prevendo sistemas hidráulicos e elétricos que possibilitarão economia de 30 a 40% nas contas de água e luz (através do aproveitamento de fontes alternativas de energia como água de chuva e energia solar e térmica).

Como estes custos correspondem a cerca de 20% dos custos de operação hospitalar, isso acarretará uma redução de 6% a 8% dos custos totais do hospital em relação a outras instituições similares.

  1. Aumento da capacidade de diagnóstico e tratamentos completos

O Instituto fará o atendimento aos pacientes de duas maneiras diferentes:

  • Tratamento Integral – para pacientes residentes em São Paulo ou que, pelo tipo de doença, necessitarão fazer o tratamento integral no Instituto, até a alta.
  • Tratamento Horizontal – casos suspeitos, identificados através de hospitais regionais conveniados, serão encaminhados para o Instituto, onde serão feitos, além do diagnóstico, cirurgias mais complexas e a montagem do protocolo de tratamento. Em seguida, o paciente poderá voltar para sua cidade natal para realizar o tratamento no hospital regional conveniado ao SUS de sua região, sem necessidade de permanecer em São Paulo para efetuar todo o tratamento.

A capacidade de atendimento do Instituto será de:

  • Diagnóstico e tratamento de 3.000 novos casos por ano, sendo:
  • Diagnóstico e tratamento integral de 400 novos casos por ano
  • Diagnóstico e encaminhamento para tratamento horizontal de 2.600 novos casos por ano.
  • Acompanhamento de todos os casos diagnosticados no hospital durante 5 anos
  • 440 cirurgias por ano
  • 500 biopsias por ano

 

Faça sua doação e ajude nossa campanha para a construção desse hospital especializado no combate ao câncer infantil.

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