O que fazemos

 

Atualmente a AACC possui duas unidades de atendimento – Alojamento (inaugurado em 11 de abril de 1985) e Suporte Educacional (em funcionamento desde 1995).

O Conselho Deliberativo, através da Assembleia Geral, elege, a cada 3 anos, a Diretoria Executiva. O atendimento é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta de psicólogos, pedagogos, motoristas, musicoterapeutas e assistentes sociais, com as seguintes capacidades de atendimento:

  • Alojamento – capacidade para atendimento de 72 pessoas por dia com alojamento, alimentação e transporte – ida e volta – aos hospitais, medicamentos, roupas, calçados, produtos de higiene pessoal, 5 refeições diárias;
  • Suporte Educacional – capacidade de atendimento de até 20 alunos por dia (atendimento complementar de grande importância porque o tratamento da criança geralmente dura meses e até anos e quando ela retorna para o lar enfrentaria a dificuldade da defasagem escolar);
  • Atendimento a pacientes em ambulatório – os pacientes alojados na AACC fazem tratamento em diversos hospitais de São Paulo: Hospital das Clínicas, Santa Casa, Hospital do Servidor Público Estadual, Hospital do Câncer e outros. O atendimento em ambulatório, incluindo refeições, transporte e medicamentos, tem capacidade de atendimento de cerca de 250 pessoas por mês;
  • Suporte a funerais – dispõe de 3 jazigos e oferece suporte financeiro para estes serviços.
  • Apoio Social: O apoio social tem por objetivo promover uma ação educativa, buscando um processo reflexivo nos pacientes e familiares, para que possam participar do processo de tratamento e ou cura, por meio de interpretação dos fatores sociais, políticos e econômicos que permeiam a realidade dos pacientes e de seus familiares, orientando-os para o tratamento global dos aspectos biopsicossociais.
  • Apoio Psicológico: O apoio psicológico oferecido pela AACC visa proporcionar a intervenção psicológica para a criança com câncer e seus familiares na Casa de Apoio da AACC, para oferecer um espaço para que sejam acolhidos desde sua chegada e durante o período de permanência na instituição. Com isso se pretende melhorar a qualidade de vida, minimizar a angústia frente às possíveis mudanças físicas e psicológicas, transmitir informações sobre a doença e seu tratamento, permitindo uma maior adesão e implicação no tratamento.

 


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